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Holding e trabalho infantil: os aspectos jurídicos do caso Larissa Manoela

Você com certeza ouviu falar, recentemente, sobre o embate entre a atriz Larissa Manoela e seus pais. Ela deu uma entrevista ao Fantástico no último domingo e nesse post vamos falar um pouco sobre os aspectos jurídicos dessa treta toda. Vamos lá?



Larissa Manoela sendo entrevistada no Fantástico

Foto: Rede Globo de Televisão


Afinal, o que aconteceu?


Larissa Manoela, atriz da Globo e famosa pelo papel de Maria Joaquina na novela infantil Carrossel, expôs uma situação mega complicada com os pais recentemente. Ela começou a atuar aos 4 anos e, desde então, os pais administravam toda a sua carreira, contratos e lucros. Até os 22 anos, a atriz ainda recebia uma espécie de mesada mensal e não tinha controle nenhum sobre o próprio dinheiro.



Os polêmicos contratos sociais


Depois de um certo conflito com os pais por questioná-los sobre finanças, Larissa procurou uma equipe de advogados para revisão dos contratos envolvidos nas empresas que geriam sua carreira. A primeira empresa, Dalari, era uma holding familiar que geria a maior parte do patrimônio da atriz. Ao revisar o contrato, a Larissa descobriu que sua cota nessa holding era de apenas 2% (sendo os outros 98% divididos igualmente entre os pais).



Cláusula especial


A segunda empresa, aberta quando a atriz já era maior de idade, tinha a Larissa como única sócia. Mas nem tudo são flores: uma cláusula contratual instituia os pais como administradores e com plenos poderes para tomar decisões em nome da filha. Foi aberta ainda uma terceira empresa, que supostamente deveria concentrar todo o patrimônio das outras duas. Mas de acordo com a atriz, isso nunca aconteceu.



Embate judicial?


Na polêmica entrevista ao Fantástico no domingo de Dia dos Pais, Larissa afirmou que não pretende brigar na justiça com os pais, e que vai deixar todo o seu patrimônio (avaliado em mais de R$18 milhões) para o conforto deles. Caso fosse um desejo da atriz, seria cabível uma ação de prestação de contas para analisar se o dinheiro adquirido dos 4 aos 18 anos foi mal gerido, por exemplo.



Holding: a alternativa do momento


As holdings são excelentes alternativas de gestão, que conferem uma série de benefícios à pessoa física. Aqui na Septem, já falamos duas vezes sobre o assunto: na mentoria “Holding Familiar e Planejamento Sucessório”, com Luciano Fernandes, e na mentoria “Holding e Planejamento Patrimonial”, com Leonardo Tavares. Se você curte o assunto, vale a pena conferir!


Esperamos que tenha curtido o post e até a próxima 👋


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